Tomas Lindahl, do Instituto Francis Crick ( Reino Unido ), Paul Modrich, da Universidade Duke ( EUA ) e o turco Aziz Sancar, da Universidade da Carolina do Norte, dividiram o prémio Nobel da Quìmica, pelos diferentes estudos, mas paralelos, que dão grande contributo na descoberta de como o DNA fixa e repara, os danos a que está sujeito, a cada dia.





