Palácio da Pena finalmente

Conhecer as maravilhas de Portugal é uma das resoluções de 2018.

E deveria ser também para os que gostam de viajar. O melhor é começar por conhecer o que temos por cá.

Foi a primeira vez que visitei o palácio da Pena em Sintra. O final de tarde soalheiro foi perfeito. Apreciámos o palácio e toda a sua história e o por do sol de um dia de inverno.

 

 

É um passeio romântico ou não fosse o palácio uma das principais expressões do romantismo arquitectónico do século XIX do mundo! Sendo o primeiro palácio deste estilo na Europa.

Mas este monumento construído no topo escarpado da serra de Sintra começou por ser um convento, construído em madeira a partir de uma pequena capela.

 

 

A erosão dos tempos e o terramoto de 1755 deixou o convento em ruínas e ao abandono, até que o rei consorte Fernando II de Portugal, encantado com a paisagem e a mística da serra adquiriu o convento e as terras circundantes e ordenou a sua reabilitação, dando-se o início da construção do palácio.

Diz se que muitos dos detalhes da construção e decorativos tiveram origem no temperamento romântico de Fernando II .
Mas o romantismo funde-se com elementos de inspiração árabe. Arcos ogivais. Torres medievais. E uma imitação do capítulo do convento de Cristo.

O espaço foi residência de verão de reis, rainhas e condessas que se seguiram. Até que, com a implantação da república passou a Museu e oficialmente a designar-se Palácio Nacional da Pena, podendo ser visitado por todos.

 

 

 

As obras de restauro que decorrem, aquando da minha visita, manteem-no hoje em pleno estado de conservação.

 

 

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Iva Lamarão

Iva Lamarão

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